domingo, 4 de março de 2012

Agora é oficial: Campus Party no Recife acontecerá em julho

julho

POSTADO POR PAULO FLORO , ÀS 19:19 EM 02/03/2012
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Um nerd no Palácio: Paco Ragageles ainda não sabe o dia exato de julho para a edição pernambucana
Depois de muita especulação e torcida nas redes sociais, a edição no Recife da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e cultura digital do mundo, foi oficializada. O anúncio aconteceu nesta sexta (2) em coletiva de imprensa realizada no Palácio do Campo das Princesas, com a presença dos organizadores. O evento será realizado em julho no Centro de Convenções.
O anúncio oficial, com o dia exato do mês julho e mais detalhes da edição recifense ainda será definida. O fundador do evento, o espanhol Paco Ragageles disse que a escolha do Recife para receber a Campus Party se deu por causa da vocação para inovação. “Pensamos: já estamos na maior cidade do Brasil, agora precisamos ir para a mais tecnológica”, disse.
Ele não adiantou detalhes da feira, mas confirmou que será menor que a edição paulista, mas com o mesmo estilo e proposta: “A Campus Party é a Campus Party”, disse evasivo. O secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Recife, José Bertotti Júnior afirmou que ainda não é possível definir quanto de recursos serão investidos por parte da Prefeitura. “Eles irão fazer a captação, e tudo ainda é estimativa, já que muito do que está previsto já existe na parte da infra-estrutura”, explicou. “O mais importante nesse momento é a escolha da cidade para receber um evento desse porte”.
O Centro de Convenções tinha sido previamente negado por falta de agenda, mas pelo visto foi encontrado um encaixe. Ragageles e o diretor-geral do evento no Brasil, Mario Teza, participaram hoje de reuniões com o governador do Estado, Eduardo Campos e o prefeito do Recife, João da Costa. A Telefonica/Vivo, principal patrocinadora do evento paulista, confirmou sua participação para a edição recifense.
Com esta segunda edição do Recife, o Brasil torna-se o primeiro país depois da Espanha a ter duas edições do evento no ano. A edição de São Paulo em 2013 está garantida, segundo os organizadores. Criada na Espanha em 1997, a Campus Party é um dos mais importantes eventos de tecnologia e cultura digital do planeta. Além do Brasil, acontece ainda na Colômbia, México, Equador e este ano nos EUA e no Peru.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Edição pernambucana da Campus Party será definida nesta sexta



AFP
A possibilidade de uma edição pernambucana da Campus Party está mais perto de acontecer. O fundador da Campus Party, o espanhol Paco Ragagelese o diretor-geral da Futura Networks, Mario Teza, estão no Recife para participar de reuniões com o governador do Estado, Eduardo Campos e o prefeito do Recife, João da Costa. Serão discutidas as reais chances do evento de tecnologia acontecer no Recife.
A expectativa é que até o final do dia a primeira edição do evento no Recife seja anunciada. O mês escolhido deve ser julho, por causa das férias escolares. Campuseiros e o próprio Ragageles iniciaram uma campanha online para realizar o evento aqui. Ontem, uma livecast organizada no Recife reuniu os organizadores e membros do blog Jovem Nerd. As hashtags #Geekvibrations e #mariomicrofone (referência ao fato de Mario Teza não conseguir falar ao microfone corretamente) atingiram os Trending Topics mundiais no Twitter.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Wikipédia em inglês sai do ar contra lei antipirataria

A versão em inglês da Wikipédia, a maior enciclopédia colaborativa on-line do mundo, saiu do ar às 3h (horário de Brasília, meia-noite no horário de Washington, nos EUA) desta quarta-feira, em protesto contra projetos de lei antipirataria que estão em discussão no Senado dos Estados Unidos. Imagem: Reprodução/Internet
Reprodução/Internet


A versão em inglês da Wikipédia, a maior enciclopédia colaborativa on-line do mundo, saiu do ar às 3h (horário de Brasília, meia-noite no horário de Washington, nos EUA) desta quarta-feira, em protesto contra projetos de lei antipirataria que estão em discussão no Senado dos Estados Unidos. O site se junta a mais de 10 mil outros endereços que também se propuseram a sair do ar no mesmo dia. A proposta da Wikipédia americana é ficar fora de serviço durante 24 horas.
Na página em português da enciclopédia, um banner preto avisa: “A Wikipédia precisa da internet para continuar livre” Os projetos de lei SOPA e PIPA ameaçam as Wikipédia em todos os idiomas.” e completa logo abaixo:
“A comunidade da Wikipédia em inglês autorizou a retirada do ar de todas as páginas daquele projeto no dia 18 de janeiro de 2012 durante 24 horas. A ação é um protesto contra uma legislação (SOPA-PIPA), em discussão no Congresso dos Estados Unidos, que poderá atentar contra a liberdade de expressão e informação na Internet.”
Os projetos de lei SOPA e PIPA - siglas de “Stop Online Piracy Act” e “Protect Intellectual Property Act” - surgiram de um esforço das indústrias fonográfica e de cinema americanas para retomar as vendas que perdem com o compartilhamento gratuito de seus produtos na internet.
Se aprovada, as normas irão obrigar os sites a acharem um meio de impedir a distribuição do conteúdo sob pena de fechamento da página ou até cinco anos de prisão para os organizadores do portal ou rede social. Companhias como a Disney, a Universal, Paramount e Warner Bros. e outros grandes estúdios apoiam a iniciativa.
No entanto, Google, Amazon, Facebook, eBay, Twitter, PayPal, Zynga, Mozilla, entre outras, são contra. Os serviços americanos serão os mais atingidos na campanha, na qual outros sites também vão se retirar do ar temporariamente, permitindo que os visitantes vejam apenas o conteúdo sobre os polêmicos SOPA e PIPA. A ação tem como objetivo encorajar os internautas a procurar um membro do congresso do local onde reside, para pedir que ele vote contra as propostas de lei.
A página inicial do Google nos EUA participa do protesto. O buscador acrescentou em sua home a frase “Diga ao Congresso: por favor, não censure a web”, que remete a um link para que internautas possam assinar uma petição contra os projetos de lei.
Na manifestação, a empresa admite que combater a pirataria online é importante, mas defende que não há a necessidade de prejudicar redes sociais, blogs e ferramentas de busca que fazem a internet prosperar e criar milhares de empregos.
Apesar do esforço liderado pela enciclopédia online, importantes redes sociais não aderiram à manifestação. Nesta segunda-feira, o diretor-executivo do Twitter, Dick Costolo (@dickc), disse que a decisão da Wikipédia de sair do ar era "uma tolice".
“Fechar um negócio global por causa de uma questão de política nacional é insensato", escreveu no seu microblog em resposta a mensagens de jornalistas que perguntaram se o microblog iria se unir ao blecaute.

Da Agência O Globo

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

UE inicia investigação contra Apple por práticas anticompetitivas

UE inicia investigação contra Apple por práticas anticompetitivas 
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR 
06/12/2011 | 13h53 | Apple

A Comissão Europeia anunciou nesta terça-feira o início de uma investigação contra a Apple e cinco editoras internacionais por práticas comerciais anticompetitivas na venda na Europa de livros eletrônicos. Imagem: Andrew Burton/AFP Photo
Imagem: Andrew Burton/AFP Photo
A Comissão Europeia anunciou nesta terça-feira o início de uma investigação contra a Apple e cinco editoras internacionais por práticas comerciais anticompetitivas na venda na Europa de livros eletrônicos.

A investigação envolve a Apple e as editoras Hachette (Lagardere Publishing, França), Harper Collins (News Corp., Estados Unidos), Simon & Schuster (CBS Corp., Estados Unidos), Penguin (Pearson Group, Grã-Bretanha) e Verlagsgruppe Georg von Holtzbrinck (Macmillan, Alemanha).

Bruxelas pretende examinar se as cinco editoras e a Apple "concluíram acordos ilegais e executaram práticas que atentam contra a concorrência".

Da AFP Paris

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Empresa russa cria tela de projeção 3D sensível ao toque

Empresa russa cria tela de projeção 3D sensível ao toque

POSTADO POR PAULO FLORO , ÀS 9:04 EM 29/11/2011
Quem não lembra do filme Minority Report, quando Tom Cruise utilizava uma tela holográfica 3D sensível ao toque? Agora, parece que a tecnologia tornou-se realidade. Uma empresa russa chamada Displair, inventou um dispositivo que utiliza ar frio e lasers para projetar imagens que podem ser movimentadas com gestos.
A nova tecnologia causou repercussão na Europa desde que apareceu na semana passada. Como ainda trata-se de um protótipo, muito ainda pode ser melhorado, sobretudo se a expectativa for mesmo ficar parecido com o que vimos no cinema. O tempo de resposta aos gestos ainda pode ser aperfeiçoado (atualmente está em 0,2 segundo). O CEO da Displair, Maxim Kamanin, acredita que sua invenção possa ser muito útil na medicina, como tratamentos psicoterapêuticos e neurológicos, que requerem muita precisão. Informa também que pode gerar telas de até 140 polegadas, o que seria muito bom para o mercado publicitário e de jogos.
E falando em precisão, o Displair não usa o Kinect ou tecnologia parecida, como muitos poderiam pensar. Ao contrário do Kinect, da Microsoft que processa movimentos corporais usando uma câmera e sensores infravermelho, o dispositivo russo capta detalhes do movimento das mãos.
A companhia busca agora investidores para possibilitar uma produção em larga escala. A previsão é que o custo fique entre 4 mil a 30 mil dólares. Desde que foi apresentado, o Displair já recebeu diversos prêmios e está dentro da estratégia da Rússia em despontar mais uma vez como um polo de inovação tecnológica.
Outras invenções já mostraram o uso de névoa fina como telas sensíveis ao toque, como a Fog Screen, da Finlândia e outras iniciativas na República Tcheca. Mas nenhuma com a precisão do Displair, nem com o tino comercial dos russos. A maioria serviu para demonstrações voltadas para entretenimento.
É sempre emocionante presenciar a imaginação da ficção científica materializada no mundo real. [Via TechCrunch Europe, Displair, Slashdot e iProgrammer]

sábado, 26 de novembro de 2011

Produtor de tablet de R$ 80 espera chegar a 3,5 mi de unidades

DA EFE, EM NOVA DÉLI
O indo-canadense Suneet Singh Tuli, presidente da companhia britânica Datawind, que fabrica na Índia os tablets mais baratos do mundo, disse já possuir 340 mil reservas do produto, mas ambiciona chegar a 3,5 milhões de unidades.



O Aakash, que significa céu em sânscrito, é subvencionado pela administração indiana e inicialmente destinado a estudantes universitários pelo preço de US$ 22. Mas o que Tuli tem em mente é uma revolução nas comunicações na Índia, com o produto ao preço de 2.276 rúpias (cerca de R$ 83) e a generalização do acesso à internet.

"Na Índia, o acesso ilimitado à internet custa US$ 2 ao mês, mas não estamos contentes com isso e achamos que pode ser de graça. Já fizemos isso no Reino Unido: demos acesso à internet durante a vida útil do aparelho, amortizando o custo com anúncios. O aparelho não é o único modo de obter lucro, é uma forma de chegar ao cliente" disse Tuli em entrevista à Agência Efe.

Parivartan Sharma/Reuters
Estudantes exibem o Aakash, tablet mais barato do mundo, em evento em Nova Déli
Estudantes exibem o Aakash, tablet mais barato do mundo, em evento em Nova Déli


O empresário, uma espécie de Steve Jobs indiano, explica a fórmula para baratear os custos do tablet: os componentes foram comprados prontos, e a empresa fabricou os módulos do produto. Além disso, ele diz ter aprendido com a forma de trabalhar da Apple.

"As pessoas pensam que a Apple é a companhia de tecnologia mais bem-sucedida do mundo porque faz produtos 'cool', mas na realidade é porque, quando o iPhone é usado, a operadora telefônica tem que pagar uma pequena quantia para a Apple, ou por sua loja de aplicativos. O aparelho não é o único caminho para conseguir renda", diz.

O Aakash ainda não possui alto-falantes e demora cinco segundos para abrir os programas, contra cerca de 1,5 segundo do iPad. Já sobre as páginas da internet, Tuli estima que os dois aparelhos terão desempenho semelhante, por causa da velocidade de conexão na Índia.

O presidente da Datawind destaca a visualização de vídeos no Aakash: "Nossa qualidade de vídeo é bastante boa. Olhe como a Shakira dança o 'Waka Waka'", relata com bom humor.

Além disso, o diferencial do tablet popular é que seus consumidores não sabem que a Apple é marca de referência e não pagarão um valor extra por um iPad, de acordo com Tuli. A previsão é de que o Aakash saia ao mercado indiano em dezembro.

Na Índia, uma em cada quatro pessoas não sabe ler ou escrever, mas o empresário não desanima: "A adaptação será rápida, graças às telas táteis. Quando meu filho ainda não sabia pegar um lápis, já podia tocar a tela", explica.

Tuli também aposta no tablete como um instrumento de inclusão. Para ele, um motorista de triciclo terá a oportunidade de utilizar o Aakash para se comunicar e fazer negócios, assim como para o entretenimento.

O produto também deve ser expandido a outros mercados. Tuli prevê um preço inicial de € 100 na Europa, com a capacidade equivalente a um tablet que atualmente custa € 300.

"Mas pensamos que o produto por si só tem um valor limitado. O que conta é a conexão à internet. Queremos uma internet tão barata que seja quase de graça. E o aparelho funciona bem, estamos ampliando sua capacidade e melhorando a tela", afirma.

De acordo com o empresário, 1.500 reservas chegam a ele todos os dias de outras partes do mundo, o que ele vê como uma surpresa: "Se me perguntasse se eu podia prever esta resposta, seria sincero: nem de brincadeira!".

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Adobe não vai mais produzir flash player para celulares

Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
10/11/2011 | 08h47 | Acabou 


A Adobe anunciou esta semana que deixará de oferecer seu programa flash player para navegadores celulares. Isso vai acontecer porque a Apple excluiu o programa do iPhone e do iPad. A empresa teve uma longa disputa com a Apple em 2010 pela exclusão do flash no smartphone da maçã. O foco da Adobe agora será o formato HTML 5.
Vale ressaltar que esse formato era o favorito de Steve Jobs. Agora o HTML 5 é compatível com os principais dispositivos móveis e em alguns casos são exclusivos. Para os executivos da empresa essa foi a melhor solução.
Diferente do iPad, os tablets com Android e o da BlackBerry podem executar o Flash Player, o que tem sido promovido pelos fabricantes como uma vantagem. Além do Flash Player, a Adobe é conhecida por programas como o editor de imagens Photoshop e o Adobe Reader, que permite acessar arquivos PDF